Virada Sustentável, Oficina Arte Terra Cor na Biblioteca Villa Lobos

No dia 29 de agosto, aconteceram duas oficinas Arte Terra Cor na Biblioteca do Parque Villa Lobos como parte da programação da Virada Sustentável 2015. Neste dia ensolarado e tranquilo pintamos com as cores das terras, trabalhando em papel e tecido, usando apenas materiais orgânicos, nossas colas e aglutinantes para fixar as terras foram feitos à base de arroz e milho. Vejam que lindezas brotaram das mãos destes artistas de todas as idades!

 

Arte Terra Cor, no Espaço Luzeiro

A Oficina Arte Terra Cor aconteceu no Espaço Luzeiro no dia 16, quinta-feira. Helena da Terra, com sua simplicidade e sabedoria conduziu a aula contando sobre sua experiencia e pesquisa com pigmentos naturais, falando também sobre a importância da terra e as suas propriedades terapêuticas, especialmente quando unidas com a arte. Cada participante pintou um tecido e uma pequena tela, levando para casa também uma apostila e um kit com diferentes terras para continuar experimentando e criando com essas belas cores! Dia 25, sábado, tem mais oficina de pintura na Casa Jaya!

Exposição Cores da Mãe Terra na Casa Jaya

Aconteceu ontem a abertura da exposição “Cores da Mãe Terra”, com pinturas de Helena da Terra e Alice Haibara. O grupo Amoràterra realizou uma oficina com dança e tambores, para conexão com a Terra, e fez a apresentação “Maré Cheia”, compartilhando a energia das cirandas e dos orixás, guiados pelas canções de Aura, no final foi feito um sarau aberto para que todos pudessem compartilhar sensações se expressando como quisessem!

A exposição “Cores da Mãe Terra” estará na Casa Jaya, Rua Capote Valente, 305, até o dia 28 de novembro. Em novembro também realizaremos, no mesmo espaço, algumas Oficinas de Pintura com Terra. Saiba mais clicando aqui.

Confiram algumas fotos da vernissage:

Amoráterra abre a exposição Cores da Mãe Terra na Casa Jaya!

Com muita alegria nós convidamos tod@s para a vernissage de abertura da exposição Cores da Mãe Terra, que traz pinturas de Helena da Terra e Alice Haibara, feitas com terras de diferentes coreságuaegoma de amido de milho.

Desde os tempos ancestrais a humanidade sente a Terra como uma divindade, uma energia viva. Deusas que trazem a força da fertilidade e da criatividade. Há um grande ventre, do qual tudo nasce e para onde tudo retorna. Com gratidão à Mãe Terra podemos criar com suas cores, despertar o olhar para suas belezas, nos curar com sua força e compartilhar respeito e cuidado pelo planeta, trazendo alternativas para a arte em um mundo mais sustentável

A vernissage de abertura conta com a presença de Amoràterra:

um encontro de colaboração celebrativa da co-criação que acontece de um nós sem margem, pois existir é sempre uma possibilidade lúdica.

imagina?

amor assim… colhido no pé?

plantar semente, nascer do gesto, brotar canção:

 

“no calor de um encontro, o riso se fez flor

para amorar a terra

família de mundo se encontrou.” (Thiago Cohen)

Nesse primeiro momento, canções da Aura têm sido nossas sementes-guia. Compartilhamos da energia das cirandas e dos orixás e nos encontramos em Maré Cheia para cantar, encenar e celebrar o nobre destino de um pescador e sua (nada longínqua) tribo.

Alice Haibara, amora-artista que abre a exposição, nos ajuda a contar esta historia, além de Ana Beatriz, André Amaral, Aura Maximiliano, Camila de Sá, Di Ganzá, Geinne Monteiro, Muriel Figueiredo, Natasha Grazia, Paulo Ribeiro, Rodolfo Horoiwa, Thiago Cohen, Vinícius Herculani e todos os presentes-amigos.

Ao final da Maré Cheia, abriremos uma roda de partilhas, um sarauzinho aberto para que todos possam trocar sensações e se expressar como acharem melhor: recitando um poema, cantando uma música, contando uma piada, plantando uma bananeira, compartilhando um silêncio…

É por onde partimos.

Abraços lambuzados de amoràterras coloridas.

Mais informações: http://www.casajaya.com.br

Terra Mãe

Desde os tempos ancestrais a humanidade sente a Terra como uma divindade, uma energia viva. Em diversas regiões há representações desta energia sob a forma de Deusas, ou entidades espirituais.
Elas trazem elementos semelhantes entre si, como a energia da fertilidade e da criatividade.
Há um grande ventre, do qual tudo nasce e para onde tudo retorna. A criação é assim o nascimento e a morte, unidos num eterno ciclo. A vida e morte são a transformação que é a força que move a natureza.
Com gratidão à grande Mãe podemos criar com suas cores, abrindo caminho para a expressão do nosso espírito ancestral.

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